Ariella Wanner

Eu sou Ariella Wanner, a idealizadora do Caminho do Meio, Pedagoga e acadêmica na formação em Terapia Cognitivo Comportamental na Infância e na Adolescência, com cursos de extensão em Psicopedagogia e Aquisição da linguagem e escrita. Atuo como professora desde 2016.

Já trabalhei ativamente com crianças, e nos últimos anos aprimorei minha didática para adultos, ministrando cursos voltados para formação profissional na escola Surya, uma empresa familiar no ramo da massoterapia. Esta experiência fez com que eu desenvolvesse muita didática, pois foi necessário me adaptar aos mais diversos públicos para transmissão de conhecimentos. Também trabalhei como responsável pedagógica nesta instituição, implementando ajustes na metodologia, visando auxiliar os demais professores da escola a transmitirem seus saberes usando recursos que envolvessem os alunos.

O que me motivou a estudar Pedagogia foi meu fascínio sobre COMO o cérebro aprende. O que contribui e o que atrapalha a aquisição de conhecimentos? Meus pais também foram professores e cresci ouvindo que um bom professor “fala a língua” do aprendiz.

Na graduação em pedagogia confirmei isso. Os saberes são construídos sempre com base no que o aluno já conhece. Nosso cérebro está pré-programado para procurar lógica e quando não encontra, os pensamentos se “dispersam”. Alguém que se dispõe a ensinar algo a uma criança, seja o pai, a mãe ou a professora, precisa se conectar com ela e fazê-la se sentir protagonista do processo de aprendizagem. Afinal, não é só português e matemática que se aprende na infância… as crianças aprendem todas as habilidades, sejam elas: sociais, motoras, verbais, cognitivas, e comportamentais! Eu escolhi a área do desenvolvimento infanto-juvenil para aprofundar meus estudos e aprimorar a arte de transmitir esse conhecimento!

A proposta do Caminho do Meio é encontrar um caminho mais leve para trilhar, com mais reflexão, conexão e evolução. Sair do “piloto automático” e viver com mais consciência, pensando em como construir o futuro que desejamos viver. Minha proposta é ajudar cada família a construir seu próprio Caminho do Meio, evitando os extremos, através da compreensão de três pilares:

Os desafios da criança com ela própria: você já parou pra pensar no tanto de coisa que as crianças têm para aprender? Todos os dias elas se deparam com uma enxurrada de informações sobre como o mundo funciona. Algumas coisas chamam mais atenção delas do que outras, então, obviamente, a retenção dessas informações muda muito. As explosões emocionais (popularmente conhecidas como birras) são a maneira da criança comunicar seu próprio estado interno. A cada dia, elas descobrem novas sensações e emoções, e precisam da nossa ajuda para criarem mecanismos de autorregulação (começando sempre com a corregulação, ou seja, nós ativamente precisamos ser o amparo e o suporte para este aprendizado). Em cada idade a criança se depara com novos desafios internos e externos, e, neste caso, precisamos sempre aprender a língua da criança para que possamos nos comunicar com algo que faça sentido para ela em cada fase!

Os desafios da criança e o convívio familiar: convenhamos, viver com outras pessoas não é a coisa mais fácil do mundo, a rotina do dia a dia cansa, os conflitos acontecem… até na relação adulto-adulto precisamos ter muuuuuito jogo de cintura. Agora, imaginem como é para uma criança lidar com pensamentos que divergem dos dela. Imagine como deve ser ter que atender as expectativas externas o tempo todo: “faça isso, faça aquilo, mais rápido, mais devagar, agora! depois…” deve ser absolutamente enlouquecedor se você lembrar que se trata de um ser humaninho que ainda está desenvolvendo o conceito do “eu”. Portanto, novamente, muitos conflitos familiares ocorrem puramente por adultos e crianças “falarem” línguas diferentes e não conseguirem se entender, inclusive na relação entre irmãos. As crianças não são ensinadas a discordar pacificamente. Estreitar a comunicação e realinhar as expectativas do que esperar da criança a cada fase é algo primordial para a harmonia do lar.

Os desafios da criança e sua socialização: se é difícil conviver com pessoas que nós conhecemos muito bem, você já imaginou a dificuldade da criança em lidar com desavenças com pessoas ainda mais distantes? Coleguinhas da escola, professoras, primos, avós, tios, vizinhos! Toda rede que cerca a criança exerce nela a pressão social de agradar, assim como acontece com os adultos. A diferença é que a criança ainda não sabe como lidar com isso, e dependendo da idade é possível lidar de formas diferentes. A criança precisa avançar suas habilidades sociais, pois o repertório de recursos sociais precisa ser ampliado gradativamente. E cabe aos adultos conduzirem esse processo, afinal, qual a ação dos cuidadores na questão sobre bullying, adaptação escolar, brigas entre crianças, interação com familiares e muitas outras situações?

O grande diferencial desta instituição de ensino é acreditar que para transformar o futuro, precisamos transformar o presente. Olhar para dentro, compreender nossas fragilidades, valorizar nossas qualidades, ter consciência da nossa responsabilidade em fazer do hoje, um dia melhor. Para que então, possamos saborear os frutos das nossas ações, quando, de fato, a vida florescer.

Objetivo

Propor uma nova forma de se relacionar, criando vínculos sólidos para construir um futuro com a conexão que desejamos. Transformar a forma como olhamos para nós mesmos, para a infância e para a sociedade.

Compromisso

Garantir a propagação de conhecimento sobre educação infantil de maneira respeitosa e empática, guardando absoluto respeito à infância, exercendo papel de proteção às crianças e atenta aos estudos científicos da área de desenvolvimento infantil.

Responsabilidade

Assegurar a qualidade no processo de ensino-aprendizagem, construir conhecimentos significativos aprimorando a consciência humana, fundamentados nos princípios éticos de relacionamento social.

Valores

  • RESPEITO: gentileza e compaixão com todos os seres vivos.
  • ACOLHIMENTO: amparar os processos individuais com paciência.
  • GRATIDÃO: honrar o caminho que percorri para chegar até aqui, entre erros e acertos.
  • FLEXIBILIDADE: contemplar as individualidades de cada ser humano, para uma educação integral.

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